Estante Ghost

O objetivo era um produto que trabalhasse a sucessão de planos, como a intenção também era trabalhar mais a área visual do que a funcional a inspiração foi voltada a elementos de cultura dos video-games. Pac-man é um grande clássico, todos que tiveram um atari ou mesmo algum console mais novo já tiveram a oportunidade de jogar. Dentro desse cenário do jogo encontramos os famosos fantasminhas ou ghosts, criaturas perseguidoras do come-bolinhas.

Então o produto final se transformou em uma estante inspirada nos fantasminhas do jogo pac-man, tornando visualmente interessante.

 

                                                             Ghost 




Em alto mar

Ok, eu vou explicar a situação aqui…

O lance é o seguinte, a principior existiam alguns piratas ogros, serem assim que se consideravam um pouco fora do contexto todo dessa sociedade ai fora, quase como um movimento artistico, militar ou algo do gênero. A questão é que eles realmente era seres que parecism ter algo de diferencial de todo o resto, alguns mais, outros menos, mas todos tinham lá suas qualidades.

Então houve um momento de separação, o viagens-mor acabou tendo que seguir viagem para apenas um dos lados, sendo que a idéia original era deixá-lo perdido em uma biblioteca qualquer como um livro qualquer, claro que ele acabou sendo descoberto e causando muita confusão, então retornou a mão desses ogrescanmente piratas.

Separados eles seguiram caminhos diferentes em territórios diferentes, uns ficaram mais selvagens, outros cada vez menos diferentes e alguns até se esqueceram de com realizar um bom e legítimo saque a moda antiga. Tudo foi se apagando então…

Porém a história não acaba por ai, muitas foram as vezes em que parecia que uma nova retomada no ramo das ogrisces aconteceria, alguns levantavam a voz, mas que acabava sempre abafada pelo som do mundo, esse mesmo que você tem que enfrentar todos os seus dias normais. A questão é que apesar da certeza da antiga profecia de que Jack voltaria ainda a toda essa frustação de que algo tão libertino quanto a pirataria dos ogros se perde cada vez mais em uma mar de esquecimento.

Na voz desse humilde membro da tripulação só posso dizer que parece que  para alguns ou até todos os piratas ogros, o mundo gosta de ser um tanto sarcástico, acho que somos algo como personagens em meio a um teatro dirigido pelo maior comediante ja existente, um ser que vive com um sorriso maquiavélico estampado que alguns senhores de batina por ai em conjunto com umas simpáticas senhoras ignorantes e fofoqueiras gostam de chamar de Deus ou alguma expressão característica, tudo originário em uma confusão no uso da palavra Eu.

Como dizem os bravos guerreiros do mar, se você que navegar vai acabar enfrentando tempestades e em meio delas calmarias, bordéis em litorais desconhecidos, entre outras convenientes e incovenientes situações dessa típica vida consciente. 

Agora todos com suas clavas, mais um outro grito de guerra:

I GO JUMP…

 




É sempre bom lembrar…




Big Buck Bunny

Animação recomendadíssima, tanto pela qualidade gráfica como também pelo fato de ser uma animação feita com software open source. Tão boa quanto elaboradas com caríssimos softwares de animação 3d

 Segue o link:

 http://www.vimeo.com/1084537

 

 




Uma lembrança de um jardim

Eles já estavam a muito tempo no mar, vagando em busca de novas terras. Foi então que se espalhou a notícia de um novo lugar que surgira, um universo estranho, com paralelos, e um ser criador excêntrico. Foi Jack quem esteve por lá, e ele mesmo que trouxe a boa nova, e, para mostrar o caminho por mar aos piratas liderados por Grosh, ele deixou uma moeda que iluminaria a trajetória.

Depois de muito navegar, os piratas chegaram a este novo mar, e viram que quatro braços levavam a um grande portão de ouro que aparentava guardar muitas riquezas, e eles entraram no primeiro, era o Fison. Estava de noite e o não parecia haver nenhum tipo de guarda no local, então, sorrateiramente os piratas saíram do navío e saltaram pelo portão para explorar as maravilhas que estavam por trás dele. Surpresos, nada mais havia por trás do grande portão de ouro do que um grande jardim. "Que inútil!" resmungaram os piratas, e pegaram uma maçã e pularam o portão de volta. Desolados, os piratas resolvem levar embora o grande portão de ouro, mas enquanto tentavam desprendê-lo do chão surgiram homens alados com espadas flamejantes. A batalha foi difícil, piratas não estão acostumados com armas de disparo, o que seria bom contra inimigos voadores, mas mesmo assim, conseguiram derrubar todos eles naquele rio que agora representava o esquecimento e tombaram sobre o seu barco o portão de ouro. Antes de partir, Grosh tomou para si uma espada flamejante, como lembrança da vitória no jardim estranho.

E neste mesmo jardim, no dia seguinte, viu, o tal deus excêntrico, os restos das maçãs no chão e expulsou os moradores de lá. Aquele verdejante jardim deu espaço ao Érebo, ao Hades, e aquele belo rio Fison, hoje é conhecido como Estige.




Terror Mon Amour

Trabalho interessante, designers usando o design e arte digital para satirizar toda esse aglomerado criado pela sociedade consumista. Utilizando logos de grandes marcas e todo tipo de identidades legítimas do consumismo, principalmente gerados nos EUA, criam intrigantes composições com a mistura a elementos de reliogiões e outros elementos presentes na sociedade.

http://terror-mon-amour.com 

Vale a pena conferir trabalho por trabalho e também há um vídeo muito interessante.

 

 

 

 

 

 




Terça Gorda

Para quem gosta de ler a editora 2AB toda terça traz uma megapromoção de livro com 50% de desconto, é a TERÇA GORDA que toda terça elege um livro para ser vendido pela metado do preço, o livro é divulgado um dia antes da promoção.

Ta ai a dica!

2AB Editora




Estatisticas Mundiais

Um site realmente interessante, nao completamente exato, mais interessante.

Atualiza em tempo real algumas estatísticas sobre a população mundial

WORLDOMETERS

Só de ver quantas pessoas nascem e quantas morrem, ja podemos parar para pensar se vale levar a vida tão a sério!




“Back to the Matrix”

Assisti o 1° filme da trilogia “Matrix” ontem pela enésima vez, mas desta vez o que me chamou mais a atenção desta vez não foram as analogias e diversas interpretações que você pode fazer com todo o filme, desta vez eu dediquei uma atenção especial para um personagem específico, o traidor de Morpheus, Cypher. Para quem não se lembra, ele era o personagem que queria voltar para a Matrix. Ele simplesmente não aceitava o “mundo real” e queria voltar para a ilusão da Matrix, onde ele acreditava que seria mais feliz. Quando eu assisti o filme pela 1ª vez de imediato eu achei que a atitude deste personagem era absurda e que ele era simplesmente um “babaca”, porém ontem a minha impressão foi diferente. Será mesmo que somente a verdade é o que importa? Cypher queria voltar a “dormir” porque ele acreditava que ele seria mais feliz vivendo em sua ilusão, porém uma das exigências dele para o Agente Smith era de que ele não poderia se lembrar de nada do que tivesse acontecido com ele no “mundo real”, ou seja, ele não somente queria viver em sua ilusão, mas também queria acreditar que a ilusão era a realidade. Escrevi toda essa história para tentar explicar meu verdadeiro ponto de vista. Em geral as pessoas condenam aqueles que eles consideram “alienados”, e o meu ponto está exatamente aí. Será mesmo que nós somos mesmo tão donos da verdade a ponte de nos darmos o direito de julgar quem é que está certo? Será mesmo que só existe uma verdade absoluta, a que os “ignorantes e alienados” são os que estão errados e somente os “eruditos” e aqueles que buscam se informar sobre o mundo são os que estão certos. Acho que provavelmente não seja uma pergunta com uma resposta, eu mesmo não consegui chegar a uma conclusão de quem seria o certo ou o errado, o homem que conhece as correntes que o mantém preso ou o homem que não possui o conhecimento dessas correntes nem mesmo de sua prisão.




Tsutomo Nihei

 

A dica de hoje é a triologia criada por Tsutomo Nihei, um genial autor de manga. A história é dividida em três titulos Biomega, Noise e Blame, em ordem cronológica, mas que poder ser acompanhadas independentes tranquilamente. O enredo todo ocorre no futuro e bem distante, as histórias são diferentes nos três mangas mas compartilham de mesmos elementos por isso são considerados uma triologia. O primeiro traça uma conspiração para uma dominação mundial por parte de uma organização que pretende eliminar os seres humanos tal como conhecemos com um vírus.

Noise já fala de uma policial que investiga um intrigante caso de mortes de crianças, os crimes estão sendo cometidos pela "ordem", nao falarei mais sobre a historia pois por ser um manga pequeno (apenas 8 capitulos) vou acabar fazendo muito spoiler.

 Já o terceiro título e mais longo dos três é Blame, são ao todo 65 capítulos aos quais estou na metade ainda. A história desse é sobre um personagem chamado Killy que pertence a uma organização ele recebe a missão de procurar por um humano que possuga Net Gene Terminal, o porque ainda permanece um mistério, ele acaba encontrando aliados no caminho como Cibo e também poderosos inimigos como os chamados "seres de silício".

Confesso que a trama toda montada por Nihei é de dificil compreensão, é lotada de informação e alguns casos como em Biomega de diálogos cheio de siglas que chegam a cançar, mas é uma excelente pedida para fãs de ficções futuristicas e essa realmente tem qualidade. 

Quem quiser pode também conferir outros trabalhos de Nihei como Abara e Digimortal que são Oneshots, mangas de um volume apenas, existem outros titulos mas só cheguei a ler esses.