“Back to the Matrix”

Assisti o 1° filme da trilogia “Matrix” ontem pela enésima vez, mas desta vez o que me chamou mais a atenção desta vez não foram as analogias e diversas interpretações que você pode fazer com todo o filme, desta vez eu dediquei uma atenção especial para um personagem específico, o traidor de Morpheus, Cypher. Para quem não se lembra, ele era o personagem que queria voltar para a Matrix. Ele simplesmente não aceitava o “mundo real” e queria voltar para a ilusão da Matrix, onde ele acreditava que seria mais feliz. Quando eu assisti o filme pela 1ª vez de imediato eu achei que a atitude deste personagem era absurda e que ele era simplesmente um “babaca”, porém ontem a minha impressão foi diferente. Será mesmo que somente a verdade é o que importa? Cypher queria voltar a “dormir” porque ele acreditava que ele seria mais feliz vivendo em sua ilusão, porém uma das exigências dele para o Agente Smith era de que ele não poderia se lembrar de nada do que tivesse acontecido com ele no “mundo real”, ou seja, ele não somente queria viver em sua ilusão, mas também queria acreditar que a ilusão era a realidade. Escrevi toda essa história para tentar explicar meu verdadeiro ponto de vista. Em geral as pessoas condenam aqueles que eles consideram “alienados”, e o meu ponto está exatamente aí. Será mesmo que nós somos mesmo tão donos da verdade a ponte de nos darmos o direito de julgar quem é que está certo? Será mesmo que só existe uma verdade absoluta, a que os “ignorantes e alienados” são os que estão errados e somente os “eruditos” e aqueles que buscam se informar sobre o mundo são os que estão certos. Acho que provavelmente não seja uma pergunta com uma resposta, eu mesmo não consegui chegar a uma conclusão de quem seria o certo ou o errado, o homem que conhece as correntes que o mantém preso ou o homem que não possui o conhecimento dessas correntes nem mesmo de sua prisão.




O que é real ?

A percepção da realidade é uma coisa muito curiosa. O simples fato de ser impossível dizer com certeza o que é real e o que não é (e quem diz que realidade é uma coisa concreta obviamente tem uma visão muito simplista da existência), e essa incerteza abre um leque gigantesco de verdade e inverdades que se confundem e que são impossíveis de se afirmar.

            A chave de tudo é a interpretação única que cada indivíduo faz sobre o que o cerca e a sua suposta realidade (e até mesmo isso é incerto), pois a mesma, não pode ser completamente compreendida pelos outros (e muitas vezes pelo próprio indivíduo).

            Essa interpretação incompreensível, é o que dita as nossas vidas e os prováveis rumos de nossa insignificante (e ao mesmo tempo importantíssima) existência. Cada indivíduo não é composto apenas por ele mesmo, e sim por todas as interpretações que são feitas da existência desse indivíduo, portanto o provável é que sejamos muitos, mas ao mesmo tempo apenas um.

            Toda essa indagação pode ser considerada inútil e quem sabe até mesmo de credibilidade duvidosa (o que somente comprova as diversas interpretações da realidade), mas mostra que não é possível compreender ‘tudo’ de uma maneira simplista e absoluta.

            Cada um possui a sua própria compreensão de realidade e existência, e mesmo sendo todas diferentes nenhuma é errada, todas são várias, e ao mesmo tempo, uma só.




Tv Senado

Meia hora de Tv senado = Meia hora de peleguice publica. Eles devem chupar um as bolas do outro!




Espalhando a Discórdia I

Um gigantesco Astruzal senta-se e comaça a provocar:

-Humanos Bundões!!! Vocês até gostam de pipoca, seus grandes bebezões, vão todos queimar como pequenhas baratas sendo preparadas para o café da manhã, não se esqueçam de um pouco de pimenta para queimar a língua verde que amarga a vida… E quanto mais apetitosa a refeição matinal mais cheios de energia ficarão os humilhados para serem esmagados por seus próprios pés e não me venham com mais delongas que o dia está acabando.

 Digo e repito: Tudo culpa do catolicismo.