Em alto mar

Ok, eu vou explicar a situação aqui…

O lance é o seguinte, a principior existiam alguns piratas ogros, serem assim que se consideravam um pouco fora do contexto todo dessa sociedade ai fora, quase como um movimento artistico, militar ou algo do gênero. A questão é que eles realmente era seres que parecism ter algo de diferencial de todo o resto, alguns mais, outros menos, mas todos tinham lá suas qualidades.

Então houve um momento de separação, o viagens-mor acabou tendo que seguir viagem para apenas um dos lados, sendo que a idéia original era deixá-lo perdido em uma biblioteca qualquer como um livro qualquer, claro que ele acabou sendo descoberto e causando muita confusão, então retornou a mão desses ogrescanmente piratas.

Separados eles seguiram caminhos diferentes em territórios diferentes, uns ficaram mais selvagens, outros cada vez menos diferentes e alguns até se esqueceram de com realizar um bom e legítimo saque a moda antiga. Tudo foi se apagando então…

Porém a história não acaba por ai, muitas foram as vezes em que parecia que uma nova retomada no ramo das ogrisces aconteceria, alguns levantavam a voz, mas que acabava sempre abafada pelo som do mundo, esse mesmo que você tem que enfrentar todos os seus dias normais. A questão é que apesar da certeza da antiga profecia de que Jack voltaria ainda a toda essa frustação de que algo tão libertino quanto a pirataria dos ogros se perde cada vez mais em uma mar de esquecimento.

Na voz desse humilde membro da tripulação só posso dizer que parece que  para alguns ou até todos os piratas ogros, o mundo gosta de ser um tanto sarcástico, acho que somos algo como personagens em meio a um teatro dirigido pelo maior comediante ja existente, um ser que vive com um sorriso maquiavélico estampado que alguns senhores de batina por ai em conjunto com umas simpáticas senhoras ignorantes e fofoqueiras gostam de chamar de Deus ou alguma expressão característica, tudo originário em uma confusão no uso da palavra Eu.

Como dizem os bravos guerreiros do mar, se você que navegar vai acabar enfrentando tempestades e em meio delas calmarias, bordéis em litorais desconhecidos, entre outras convenientes e incovenientes situações dessa típica vida consciente. 

Agora todos com suas clavas, mais um outro grito de guerra:

I GO JUMP…

 




Uma lembrança de um jardim

Eles já estavam a muito tempo no mar, vagando em busca de novas terras. Foi então que se espalhou a notícia de um novo lugar que surgira, um universo estranho, com paralelos, e um ser criador excêntrico. Foi Jack quem esteve por lá, e ele mesmo que trouxe a boa nova, e, para mostrar o caminho por mar aos piratas liderados por Grosh, ele deixou uma moeda que iluminaria a trajetória.

Depois de muito navegar, os piratas chegaram a este novo mar, e viram que quatro braços levavam a um grande portão de ouro que aparentava guardar muitas riquezas, e eles entraram no primeiro, era o Fison. Estava de noite e o não parecia haver nenhum tipo de guarda no local, então, sorrateiramente os piratas saíram do navío e saltaram pelo portão para explorar as maravilhas que estavam por trás dele. Surpresos, nada mais havia por trás do grande portão de ouro do que um grande jardim. "Que inútil!" resmungaram os piratas, e pegaram uma maçã e pularam o portão de volta. Desolados, os piratas resolvem levar embora o grande portão de ouro, mas enquanto tentavam desprendê-lo do chão surgiram homens alados com espadas flamejantes. A batalha foi difícil, piratas não estão acostumados com armas de disparo, o que seria bom contra inimigos voadores, mas mesmo assim, conseguiram derrubar todos eles naquele rio que agora representava o esquecimento e tombaram sobre o seu barco o portão de ouro. Antes de partir, Grosh tomou para si uma espada flamejante, como lembrança da vitória no jardim estranho.

E neste mesmo jardim, no dia seguinte, viu, o tal deus excêntrico, os restos das maçãs no chão e expulsou os moradores de lá. Aquele verdejante jardim deu espaço ao Érebo, ao Hades, e aquele belo rio Fison, hoje é conhecido como Estige.




Estatisticas Mundiais

Um site realmente interessante, nao completamente exato, mais interessante.

Atualiza em tempo real algumas estatísticas sobre a população mundial

WORLDOMETERS

Só de ver quantas pessoas nascem e quantas morrem, ja podemos parar para pensar se vale levar a vida tão a sério!




O inconsciente coletivo

Parte do inconsciente individual que procede da experiência ancestral e transparece em certos símbolos encontrados nas lendas e mitologias antigas, constituindo os arquétipos.

 

Arquétipos:

1.     Modelo de seres criados.
2.     Padrão, exemplar, modelo, protótipo.
3.     Psic.  Segundo C. G. Jung [v. junguiano], imagens psíquicas do inconsciente coletivo (q. v.), que são patrimônio comum a toda a humanidade.

 

Observamos o quanto podemos constatar que vivemos em um mar de informação, basta que sejamos pescadores habilidosos e consiguiremos alcançar até o Orco e tudo mais.

E digo que os próprios conceitos de inconsciente coletivo e arquetipo são  arquétipos que flutuam sobre o mar do inconsciente do Todo e que desse Todo somos fragmentos que buscamos enfim nos juntar a ele em um tipo de "desfragmentação divina".

A vida é só um piscar mesmo! 




A fúria do filho (do Sol)

O filho do sol que desceu a terra um dia se revoltou ao olhar paro céu de não poder ver além de algumas nuvens, ao passar de uma batida de passaro ele se lançou no espaço e em um súbito grito ver ecoar por todo o cosmos a sua vontade de destruição. Batidas profundas em algum buraco negro e longas tempestades de meteoros nos planetas mais avançados biologicamente. Estranhas criaturas surgiram das profundesas da divisão espacial e se colocaram em formação de batalha para enfim lançar um ultimo e mortal ataque a qualquer aternância de espaço-tempo que se podia constatar. Ao fim de tremendas ondas sônicas, tudo ficou em silêncio e o sol nasceu mais uma vez.




Nuvem Vermelha

-Sigam a Nuvem Vermelha!




A irônica embriaguez

 Ontem assistindo Macbeth (Shakespeare) um diálogo se destacou, pesuqisando encontrei que esse diálogo é um asteísmo, seja lá o que isso for, na verdade a definição do dicionário é a seguinte.

Asteísmo: s.m. Ironia com aparência de louvor.

Segue então abaixo o diálogo que tem como destaque o porteiro e seu discurso sobre a bebida.

 

MACDUFF - Fostes, amigo, vos deitar tão tarde para demorar tanto a levantar-vos?
PORTEIRO - Em verdade, senhor, ficamos a beber até ao segundo canto do galo, e a bebida, senhor, é
um grande provocador de três coisas.
MACDUFF - Quais são as três coisas que a bebida provoca especial mente?
PORTEIRO - Ora, senhor, nariz vermelho, sono e urinas. A lascívia, senhor, ela provoca e deixa sem
efeito; provoca o desejo, mas impede a execução. Por isso pode-se dizer que a bebida usa de subterfúgios
com a lascívia: ela a cria e a destrói; anima-a e desencoraja-a; fá-la ficar de pé e depois a obriga a não
ficar de pé. Em resumo: leva-a a dormir com muita lábia e, lançando-lhe o desmentido, abandona-a a si
mesma.
MACDUFF - Penso que a bebida te lançou o desmentido esta noite.
PORTEIRO - Foi isso mesmo, senhor, que ela fez comigo, pela garganta a dentro. Mas eu lhe dei o troco
do desmentido; porque sendo, como penso ser, mais forte do que ela, embora por vezes ela me quisesse
passar rasteira, acabei por jogá-la ao solo.